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A especialista das cores

Redação O Garibaldense 03/04/2020
Ieda faz o teste que determina qual a melhor roupa a ser usada, conforme o tom da pele e cabelos / Geder Luis Gütler

Quem nunca comprou uma blusa que jamais vestiu, sem fazer a mínima ideia do porquê? Especialista em Análise Cromática, a consultora de cores Ieda Traiber explica que a resposta pode estar na cor da peça.

Dona de um olhar clínico, ela é capaz de identificar depois de observar o efeito das cores comparado ao tom de pele, dos olhos e dos cabelos de suas clientes.

Através de uma bateria de testes, diante de um espelho, usa um método cientificamente comprovado, conhecido como Método Sazonal Expandido. Ieda determina os tons que mais favorecem cada pessoa.

“A gente testa as cores perto do rosto das pessoas e por isso precisa ser feito à luz do dia, com muita claridade, e sem maquiagem. Se tu usa a cor que te favorece, os teus sinais não tão bons, como olheiras, se suavizam, e com cores que não te favorecem esses aspectos ficam mais evidentes”, explica Ieda.

A análise de cores é uma teoria que define 12 grupos diferentes de coloração, tendo como referência as quatro estações da natureza. Primavera, verão, outono e inverno divididos em cores suaves, médias e intensas. Cada pessoa que faz o teste recebe uma cartela personalizada.

“Você pode até não gostar da cor, mas são as que te favorecem. Se coloco uma camisa que não está na minha cartela corrijo com uma bijouteria, brinco, encharpe e lenço, tudo tem correção e a maquiagem corrige 70%”, garante Ieda. 

Ela também diz que a maioria das clientes continua mantendo contato, apresentando os resultados. “Elas mandam fotos mostrando que estão usando as cores. É um divisor de águas, faz a diferença na vida delas”, entende Ieda. “As cores valem somente para o que se usa perto do rosto, sendo que o que é da cintura para baixo não interfere”, acrescenta a especialista.

Ieda conheceu esse trabalho em uma viagem a Londres (Inglaterra), onde assistiu a aplicação da técnica e começou a realizar cursos no início do ano passado. Montou um estúdio em sua residência (na rua Luis Rogério Casacurta, 564). “Requer muito treino, prática e estudo”, garante.

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